quarta-feira, 1 de maio de 2013

CONFIANÇA

Alguém disse que da amizade nasce a confiança mútua, e é esta que cimenta e dá vida aos grandes vínculos afetivos. Mas infelizmente, as vezes esta confiança é quebrada. Mas não precisamos nos martirizar ou agir como se algo estivesse errado conosco senão conseguimos superar de forma amorosa ao danos da infidelidade, por parte de um amigo, de um familiar ou de um amor. O que se perde é a confiança em si, indefinida, sem solução, e que dói e que exalta a falta de confidente, vivo. Há que se definir aí quem erra Para haver a quebra da confiança, e quem ama para retornar a amar. Entretanto, devemos compreender que mesmo que venhamos a perdoar ou ser perdoados não podemos apagar as conseqüências de uma confiança abalada, dizendo simplesmente: “Eu estava errado! Você pode me perdoar? ”Por mais importante que sejam as palavras para expressar arrependimento e mudança do coração, as palavras sozinhas não são suficientes para renovar a confiança. Dependendo da seriedade da ofensa, podem ser necessário dias, meses ou anos de um comportamento fiel para restaurar uma confiança quebrada. Ao mesmo tempo, se nós fomos os atingidos, precisamos compreender que através desta experiência devastadora, aprendemos uma lição importante. A própria Bíblia diz: Como dente estragado ou pé deslocado é a confiança no hipócrita na hora da dificuldade (provérbios 25: 19). Confiança mútua é tão importante para relacionamentos sadios que o seu valor parece ser impossível de enfatizar continuamente. Todavia, também precisamos ser realistas. De uma forma ou outra, todos nós algum dia poderemos perder a confiança em alguém e em qualquer época ou momento alguém poderá perder a confiança em nós. Por mais difícil que seja a experiência, devemos ter em mente que a perda de confiança não é o fim o mundo. Eu quero dizer que nós necessitamos experimentar uma confiança quebrada a fim de realmente poder sentir o que é uma inteira. Mas o que podemos fazer quando perdemos a confiança nos outros ou quando os outros perdem a confiança em nós? É na contemplação, na confiança e na entrega, que nos encontramos com os desafios e com os novos prazeres que nos ajudam a crescer. Aprendemos que não importa em quantos pedaços o coração foi partido, o mundo não para, para que o consertemos. E já não importa para onde foram as pessoas com as quais um dia pudemos contar. Infelizmente elas se vão para algum lugar e, se afastando, afastam todo aquele amor que termina aos poucos sem que conseguimos perceber. E para aqueles que conheceram as emoções e as traições do conflito, sabem que estas palavras são familiares.: “Eu não consigo esquecer o que aconteceu. Eu não confio mais em você e não estou segura (o) de que vou conseguir confiar em você novamente”. Estas palavras são como a carta, chamada coringa. Quem a consegue, ganha. Não importa que cartas o outro jogador tenha. Agora, não tem mais utilidade. (Por Maria Inês Daudt)

Um comentário:

  1. Olá.
    Fico feliz que tenhas gostado. Um abraço. Maria Inês Daudt.
    Adorei tua pagina. mariainesdaudt@gmail.com.
    51 999779897

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